Tele-Sessão: "Os Três Mosqueteiros" no Telecine

O longa Os Três Mosqueteiros, de Paul W. S. Anderson, estreia com exclusividade na Rede Telecine no dia 1º de dezembro. O romance, inicialmente publicado como folhetim na década de 1844, teve sua história transformada em livro e também produzida para o cinema.

No filme, Logan Lerman interpreta D'Artagnan, um jovem que deseja tornar-se um mosqueteiro. Quando segue para Paris em busca de seu sonho, une-se a Athos (Matthew Macfadyen), Porthos (Ray Stevenson) e Aramis (Luke Evans), três jovens desanimados e sem função após serem traídos em uma missão. Juntos, eles tentam defender o trono francês e impedir que o Cardeal Richelieu (Christoph Waltz) e sua agente, Milady (Milla Jovovich), causem uma guerra entre França e Inglaterra.

Os Três Mosqueteiros será exibido neste sábado, 1º, às 22 horas, no Telecine Premium e Telecine Premium HD; e neste domingo, 2, às 20 horas, no Telecine Pipoca e Telecine Pipoca HD.

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Escrito por André San às 18h09
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Datena fará nova versão de "Show do Milhão"

O desempenho de José Luiz Datena à frente do game Quem Fica em Pé?, na Band, agradou em cheio. Desenvolto, bem humorado e com muito traquejo, o jornalista ganhou novo status e finalmente conseguiu fugir um pouco da imagem de “paladino da justiça”, que imprime na condução do policialesco Brasil Urgente. Sua verve animadora de auditório, portanto, será novamente aproveitada numa nova atração da emissora.

A Band acaba de adquirir os direitos do formato de Who Wants To Be a Millionarie? e deve colocar no ar, em 2013, a versão nacional Quem Quer Ser um Milionário?. Trata-se de um dos mais famosos jogos de perguntas e respostas da televisão mundial, que até rendeu um filme de mesmo nome, vencedor do Oscar em 2009. No Brasil, Silvio Santos se inspirou no formato para criar o Show do Milhão, um dos games mais bem-sucedidos da história do SBT. Antes da Band, a Record tentou trazer o formato para o Brasil, considerando nomes como Britto Jr e Roberto Justus para conduzi-lo.

Mas a missão ficará mesmo para Datena, segundo informou hoje, 27, o jornalista Flavio Ricco. Desde que Quem Fica Em Pé? se tornou um dos principais produtos da grade da Band, passou a existir junto à direção da emissora a vontade de trazer novos game shows para que Datena pudesse conduzir, promovendo um revezamento de formato. E como o apresentador nunca escondeu a vontade de deixar o comando de jornais policiais para se dedicar a formatos mais leves, essa nova fase no canal vem ao encontro do que ele sempre quis. Nada mal para alguém que tem no currículo o pavoroso No Vermelho, “esquecível” e pavoroso game produzido pela Record em 2003.

Falando em novidades na programação em 2013, a RedeTV também promete uma nova atração para o ano que vem. A emissora já havia manifestado a vontade de investir num programa que mesclasse humor e esporte para as noites de domingo, para exibir na brecha deixada pelo Saturday Night Live. Pois hoje, 27, o humorista e jornalista Marco Bianchi anunciou, em seu Facebook, que acaba de acertar os ponteiros com a emissora para criar e comandar este novo produto. O UOL reproduziu o longo anúncio de Bianchi, que avisou que o programa deve estrear no final de janeiro de 2013 e será dedicado a abordar com humor questões ligadas ao futebol. Ao lado de Marco Bianchi estará José Luiz Portella, ex-secretário nacional de Esportes e colunista da Folha de S. Paulo.

Bianchi tem currículo na área do “jornalismo esportivo bem humorado”. Em seu Mesa Quadrada Futebol Moleque, na Rádio USP, já realizava debates cheios de graça. Ao lado de Paulo Bonfá e Felipe Xavier, esteve à frente do grupo Sobrinhos do Ataíde, que comandou na Band o quadro humorístico Bola Fora. Foi ao com Bonfá, aliás, que Bianchi se destacou no comando de mesas redondas bem-humoradas. A dupla, por anos, comandou o Rock Gol na MTV, um dos melhores programas deste segmento já realizado. Ao que tudo indica, sua intenção é fazer, na RedeTV, uma atração nos mesmos moldes. Parece uma boa ideia.



Escrito por André San às 21h07
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TV Paga: Sony adquire séries nacionais

A nova lei que obriga emissoras da TV paga a reservarem cotas nas grades para exibição de produtos nacionais têm fomentado o mercado da produção audiovisual independente no Brasil. As emissoras estão em busca de boas produções para preencher este espaço. Segundo o NaTelinha, o canal Sony já adquiriu novos produtos brasucas.

Segundo o site, o Sony já adquiriu séries conhecidas do público brasileiro. Tudo que É Sólido Pode Derreter, da Ioiô Filmes, e Descolados, da Mixer, deverão estrear na grade do canal em breve. Tudo que É Sólido Pode Derreter já foi exibido pela TV aberta, na Cultura. Já a ótima Descolados foi vista pela MTV e pela Band.

Além destas séries já conhecidas, a emissora deve trazer novas produções. Uma delas é a série Natália, da produtora Academia de Filmes, que conta a história de uma evangélica da periferia descoberta por uma agência de modelos. A outra é um suspense policial, Bipolar, da Felistoque Filmes.

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Escrito por André San às 21h06
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A volta de "A Usurpadora" e a lei do eterno retorno do SBT

Os fãs já comemoram ensandecidos: A Usurpadora volta ao ar pelo SBT no dia 10 de dezembro. Aguardada desde que a emissora voltou a apostar nos sucessos protagonizados por Thalia, com as reprises de Marimar, Maria do Bairro e Maria Mercedes, a saga das gêmeas Paola e Paulina regressa. Esta será a quinta exibição de A Usurpadora no Brasil, país no qual o folhetim da Televisa pôde ser visto em 1999, 2000, 2005 e 2007.

Desde que optou por reservar sua faixa vespertina às reprises de novela, a emissora de Silvio Santos tem apresentado opções bastante curiosas ao público. Já retornaram produções nacionais de baixa repercussão cuja reprise rendeu mais resultados, como Amigas e Rivais e Maria Esperança, e também trouxe reprises de reprises, como Canavial de Paixões e Marisol. A faixa das novelas da tarde já exibiu também folhetins mexicanos inéditos, como As Tontas Não Vão ao Céu e Camaleões, esta última encurtada pela baixa audiência e pela reclassificação indicativa. Os números não são exorbitantes, mas, quase sempre, rendem uma segunda colocação ao SBT no ranking do Ibope, dando trabalho ao Programa da Tarde da Record.

A Usurpadora está de volta e ninguém duvida que, mais uma vez, a trama deliciosamente hipnótica trará bons resultados ao SBT. Somado ao provável sucesso da nova exibição da trama, ainda há a versão nacional de Carrossel bombando no horário nobre da emissora. A novela infantil foi o grande acerto do canal em 2012, alavancando toda a grade de programação, que alcançou números que a emissora não via há tempos. Mais ou menos como Carrossel original que, exibida no início dos anos 1990, incomodou a líder Globo e virou uma febre entre a molecada.

Maria do Bairro, A Usurpadora, Carrossel... programas que marcaram toda uma geração que, de volta, apresentam resultados satisfatórios e firmam o SBT como uma emissora que sobrevive da nostalgia. Não há programa na história do canal que não corra um sério risco de retornar, seja em novas versões ou em velhas reprises. Isso sem falar no Chaves, série mexicana que teve poucas interrupções em sua exibição ao longo de toda a história do SBT. Não há limbo no canal. O SBT vive e sobrevive da lei do eterno retorno.

Lei esta que já foi amplamente explorada anos atrás, porém sem o mesmo sucesso de agora. Entre 2007 e 2008, o SBT resgatou títulos como Viva a Noite, Fantasia e Aqui Agora, grandes sucessos do passado. No entanto, estes retornos não conseguiram repetir o sucesso de suas versões originais e passaram em brancas nuvens. Os fracassos devem ter feito a emissora rever planos de trazer outros clássicos de volta, como o Programa Livre. Não faz muito tempo que se defendia lá dentro o retorno da arena jovem consagrada por Serginho Groismann.

Mas o sucesso de Carrossel fez a emissora lançar um novo olhar pro passado e reassumir sua condição de canal querido pelo público infantil. Para 2013, o SBT já planeja lançar o remake de Chiquititas, outra novela infantil de grande sucesso dos anos 1990. Também faz parte dos planos a volta triunfal do Show do Bozo, palhaço ícone da geração 1980 e que foi uma das principais estrelas do SBT em seus primeiros anos. Isso sem falar nos planos de programas como Sábado a Noite com Patricia Abravanel que, dizem, pretende ser uma nova versão do Show de Calouros. Definitivamente, o SBT é um canal retrô.

Com tantos regressos, ficam as perguntas: até quando o acervo da emissora será suficiente para mantê-la? Há tantos produtos passados que podem retornar com sucesso? Por que é tão difícil fazer sucesso com uma atração verdadeiramente nova? Faltam ideias? Falta boa vontade? É mais fácil apostar no que já deu certo? Os resultados são evidentes e a conclusão é uma só: o SBT tem oferecido ao seu público o que ele quer ver. Seus programas verdadeiramente lançamentos patinam, enquanto os recauchutados surgem cheios de glória. É natural que a emissora siga apostando no segmento, afinal, o retorno acontece.

Na ponta do lápis, as apostas são vantajosas. Com reprises, o SBT consegue audiência ao custo quase zero. O repeteco das novelas bate o Programa da Tarde, atração que recebeu alto investimento da Record. Com remakes, economizam-se ideias, aposta-se no certo e o lucro faz a diferença. Só resta saber se A Usurpadora, Carrossel, Chiquititas ou Bozo serão eternos. Em algum momento, a falta de novidade poderá ser fatal.



Escrito por André San às 14h05
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Mudando de Canal: RedeTV promove estreias

Tentando sair do fundo buraco no qual se meteu, a RedeTV lança, na próxima semana, duas novas atrações: o humorístico Feira do Riso e o talk show Luciana By Night. O primeiro vai ao ar toda terça, às 22h30, enquanto o segundo será também às terças, às 23 horas. Estreia no dia 27.

Feira do Riso acontece em uma feira livre onde pessoas como a mulher atraente, a dona de casa, a fofoqueira, o bêbado, o vidente, o político circulam para dar vida aos personagens do humorístico. Cleber Colombo, Tânia Oliveira, Carol Rios, Anderson Justo, João Gabriel, Silvio Toledo, Marco Minetto, Aline Serrano, Álvaro Thuler, Elen Pinheiro, Jarderson Cavalcante, Douglas Myazato e Renata Takahashi integram o elenco da nova atração. Segundo a emissora, Feira do Riso vai apostar no humor popular e descompromissado, com direção de Alexandre Hanszman e texto de Eddy Gomes. À primeira vista, parece uma nova versão de A Praça É Nossa.

Luciana By Night estreia bastante inspirado nos talk shows americanos, como Ellen DeGeneres Show ou Chelsea Lately. A atração contará com a participação fixa do humorista de stand-up comedy Diogo Portugal, novo contratado da emissora e roteirista do talk show. Luciana Gimenez receberá, a cada programa, personalidades, artistas e pessoas em evidência para um bate-papo descontraído sobre os assuntos em destaque no Brasil e no mundo. O programa será gravado em um estúdio de 500 metros quadrados, com cenário moderno e uma plateia de 100 pessoas.

Em entrevista coletiva para anunciar a nova atração, Luciana Gimenez mostrou-se empolgada com a novidade. "Estou muito inspirada para fazer uma coisa nova. É muito bom ter a chance de fazer algo diferente. É muito gostoso conseguir trazer novos rumos para a profissão, aprender algo que não sabia. Isso eu acho que o Luciana By Night está me trazendo, uma oportunidade de crescer profissionalmente, de fazer algo que talvez eu não saiba e aprenda com erros e acertos. Estou muito feliz", afirmou. Se for melhor que o Superpop, que segue no ar às segundas e quartas, Luciana By Night já estreará no lucro.

Contato: andresantv@yahoo.com.br .



Escrito por André San às 14h04
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Record exibirá "Grimm" e "Smash" em 2013

Sem um produto forte e capaz de competir com a novela das nove da Globo, a Record seguirá ocupando sua faixa das 21 horas com atrações “tapa-buraco”. Atualmente ocupado pela reprise da minissérie Rei Davi, o horário voltará a hospedar enlatados americanos em 2013. E a série escolhida para tal missão é Grimm, atração protagonizada por Nick Burkhardt, um detetive de homicídios que tem sua vida transformada ao descobrir que é descendente de uma sociedade secreta, conhecida como Grimm. Sua missão, assim como a de seus antepassados, é manter o equilíbrio entre a vida real e a mitologia.

Grimm deverá ser exibida diariamente pela Record às 21 horas, a partir de março. Com isso, a emissora resgata a ideia de exibir seriados no horário, abandonada desde a decisão de retirar CSI do ar. Como se sabe, a série de investigação passou a ser exibida nesta faixa como uma resposta ao SBT que, em 2009, colheu bons frutos ao exibir Sobrenatural diariamente no horário nobre. CSI obteve bons números ao concorrer diretamente com as séries que substituíram Sobrenatural no SBT, como Gossip Girl ou Cold Case. Assim, a emissora de Silvio Santos desistiu dos enlatados às 21h. Porém, a Record abusou das reprises de CSI, e a série foi perdendo fôlego até sair do ar de vez.

Além de Grimm, outra série deve desembarcar na grade da emissora em 2013. Trata-se de Smash, um dos grandes hits da temporada passada na TV estadunidense. Produzida por Steven Spielberg e com nomes como Debra Messing e Anjelica Huston no elenco, Smash conquistou fãs ardorosos pelo mundo, inclusive no Brasil, onde sua primeira temporada foi exibida pelo Universal Channel. Sua segunda temporada estreia em fevereiro nos EUA e, desde já, está sendo ansiosamente aguardada (inclusive por este pequeno blogueiro). Smash é um novelão delicioso, que mostra os bastidores de um musical sobre Marilyn Monroe em produção na Broadway. A Record exibirá Smash duas vezes por semana, na faixa da meia-noite. 

Pelo jeito, os seriados americanos devem voltar com tudo à TV aberta em 2013. Além das novidades da Record, a RedeTV também poderá trazer alguns bons títulos no próximo ano. Segundo a coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo, a emissora negocia com a Sony um pacote de séries clássicas, que pode incluir Will & Grace, Seinfeld, Married... with Children, Melrose Place, entre outras. Com certeza os fãs iriam adorar rever estas pérolas, mas essa novidade deve ser encarada com certa desconfiança. Afinal, a RedeTV não é muito confiável quando resolve trazer seriados antigos. Não faz muito tempo que a emissora resgatou títulos como Barrados no Baile e Buffy, a Caça-Vampiros, e tirou do ar pouco tempo depois da estreia.

Ainda sobre séries na TV aberta, o SBT tem colhido bons frutos com a dobradinha Two and a Half Men e The Big Bang Theory em suas madrugadas. As duas comédias da Warner, exibidas como Dois Homens e Meio e Big Bang: a Teoria, vão ao ar logo após o Jornal do SBT e apresentam bons índices de audiência. Segundo o site NaTelinha, na noite desta última quarta-feira (21) para hoje, quinta (22), ambas as produções registraram média de 4 pontos no Ibope e disputaram pela liderança com a Globo durante boa parte do tempo em que estiveram no ar. Os insones agradecem.

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Escrito por André San às 21h12
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"O Astro" leva Emmy e outras notícias

Quando foi criada a categoria “melhor telenovela” no Emmy Internacional, a televisão brasileira, sobretudo os dirigentes da Globo, comemoraram, já que o Brasil teria chances de despontar como favorito sempre, vide a excelência do país no gênero. E eles não estavam enganados: Caminho das Índias faturou a estatueta já no segundo ano de existência do prêmio e outros folhetins nacionais apareceram em indicações. Em 2012, o prêmio volta às terras tupiniquins, graças ao remake de O Astro.

A novela de Alcides Nogueira e Geraldo Carneiro, baseada na original de Janete Clair, inaugurou a faixa das onze da Globo e sagra-se vencedora deste importante prêmio internacional. Curiosamente, as duas novelas brasileiras premiadas na categoria foram estreladas por Rodrigo Lombardi. Seria o ator um pé-de-coelho? Além de O Astro, a série A Mulher Invisível surpreendeu e levou o prêmio de melhor série de comédia.

Falando em novelas da Globo, já se sabe que Salve Jorge será substituída por um folhetim assinado por Walcyr Carrasco. No entanto, havia a dúvida sobre qual autor entraria na sequência. Manoel Carlos e Aguinaldo Silva estavam no páreo, porém, ao que tudo indica, será mesmo Maneco o dono da próxima trama. Em entrevista ao jornal O Dia, o autor afirmou que sua nova novela deve estrear em janeiro de 2014. Batizada provisoriamente de Em Família, a produção deve trazer Júlia Lemmertz como a Helena da vez. Manoel Carlos disse também que tem vontade de ter em seu elenco nomes como Mariana Ximenes, Tony Ramos e Viviane Pasmanter. Esta última teve papéis de destaque em Felicidade, Por Amor e Páginas da Vida, todas assinadas por Maneco. Tony Ramos também é figurinha carimbada em suas tramas. Já Mariana nunca trabalhou com o autor.

Mudando de canal: o SBT segue preparando a volta do palhaço Bozo. Depois de noticiar que estaria promovendo uma grande seleção para escolher o novo intérprete do personagem, a emissora agora sinaliza que pode buscar uma solução caseira. Recentemente, o colunista Flavio Ricco noticiou que Nelson Tamberi, produtor do Domingo Legal, é favorito ao posto. Tamberi, que faz as vezes de ator cômico desde os tempos do Programa Raul Gil, não parece ser a melhor escolha para dar vida ao palhaço. A não ser que ele surpreenda, a escolha pode ser um equívoco. Oficialmente, o SBT não confirma a escolha, portanto, tudo ainda não passa de especulação. Melhor assim.

Enquanto isso, na Band, a emissora já anuncia a estreia de The Walking Dead. A famosa série será uma das atrações da programação de verão do canal. Os seis episódios da primeira temporada da atração serão exibidos às quartas-feiras, por volta das 22 horas, a partir do dia 9 de janeiro. A programação de férias da emissora inclui ainda novas temporadas de Mulheres Ricas e O Mundo Segundo os Brasileiros.



Escrito por André San às 12h49
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Séries em Série: Cat ajuda imigrantes ilegais em "Beauty and The Beast"

O Universal Channel exibe no dia 26 de novembro, segunda-feira, às 22h, o terceiro episódio inédito de Beauty and the Beast. Em "All In", Cat (Kristin Kreuk) tenta manter contato com Vincent (Jay Ryan) através de J.T. Forbes (Austin Basis). Ela encontra J.T. durante uma caminhada e deixa um bilhete para o ex-médico. Aparentemente a detetive está preocupada com a segurança de Vincent.

Após chegar a sua casa e encontrar sua irmã Heather (Nicole Gale Anderson) com um namorado, Catherine é chamada para resolver mais um chamado com sua parceira Tess (Nina Lisandrello). O caso é um homicídio do Juiz Hanson, responsável por imigrações, que aconteceu na garagem do prédio onde ele trabalhava. Sua assistente assistiu ao ocorrido e relata que um carro o atropelou intencionalmente.

A dona do carro, Iris Sodkovic, é encontrada pelas detetives e é presa. Mas Cat não está convencida da culpa da moça, que é imigrante. Ao retornar para casa, a detetive encontra um bilhete de Vincent que diz: "Ela não fez isso".

J.T. e Vincent estão no meio de uma discussão sobre sua decisão sobre manter contato com Catherine, quando a detetive chega ao galpão onde o ex-médico se esconde. Vincent viu Iris perto de seu apartamento na hora do crime, mas é o único que não pode se revelar.

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Escrito por André San às 12h48
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"The Voice Brasil": a redenção dos realities musicais?

A era dos reality shows começou há pouco mais de uma década e, ao que tudo indica, veio para ficar. A profusão de formatos variados de atrações que exploram o lado pessoal de quem participa é um indício de que o gênero já está enraizado como um importante pilar na grade de programação. Neste contexto, a era dos realities trouxe como uma de suas consequências a reformulação de um formato que se confunde com a própria história da televisão: o bom e velho show de calouros. Manteve-se a busca por novos talentos e o corpo de jurados, e incluiu-se formato de documentário para explorar a vida pessoal de seus participantes, que agora compõem o tabuleiro de uma competição de grandes proporções.

No Brasil, os shows de calouros sempre fizeram sucesso e não foram poucos os ídolos que surgiram depois que apareceram em programas da categoria. No entanto, contam-se nos dedos as personalidades de expressão que realmente foram reveladas nestes realities musicais. E programas do gênero surgiram aos baldes. Desde o início dos anos 2000, diferentes competições musicais apareceram. Porém, ao contrário do que acontece em seus países de origem, onde esses programas se tornam febre e mobilizam torcidas, por aqui boa parte destes programas passam em brancas nuvens.

Popstars, do SBT, e Fama, da Globo, foram os primeiros realities musicais produzidos no Brasil. O primeiro tinha como objetivo formar um grupo musical, enquanto o segundo mostrava os aspirantes a cantores em aulas para aperfeiçoar suas qualidades vocais. Popstars rendeu dois grupos musicais: o feminino Rouge e o masculino Br’Oz. Rouge fez muito sucesso em seus primeiros anos, enquanto Br’Oz teve vida mais curta. No entanto, o programa Popstars nunca rendeu grandes índices de audiência ao SBT. Apenas passou. No caso de Fama, a atração também não teve uma audiência espetacular, mas tinha a vitrine da Globo a seu favor. Mas isso não foi o suficiente para tornar seus participantes famosos. Muitos dos cantores que ali passaram voltaram ao ostracismo ao término da atração, inclusive alguns vencedores. Outros tiveram mais sorte e conquistaram sobrevida no cenário musical, como Thiaguinho, Marina Elali ou Roberta Sá.

Mais tarde veio Ídolos, versão nacional do famoso American Idol. A atração estreou num SBT meio capenga, atravessando a pior crise de sua história, e conseguiu chamar a atenção, sobretudo pela generosa dose de humor que permeia a fase de seleção. No entanto, passada a peneira, a audiência do reality cai consideravelmente. Isso porque acaba o humor e começa a competição com real qualidade vocal, mas nenhum dos que permanecem se mostra capaz de mobilizar torcidas, como acontece lá fora. Assim, o vencedor de Ídolos dificilmente decola. Lá se foram duas edições no SBT, e mais cinco na Record, e nada acontece. Nesta edição 2012, Ídolos já dá claro sinais de desgaste, e a Record já avisou que será a última edição do reality. A emissora planeja para 2013 sua versão do Got Talent, atração que recebe não apenas cantores, mas outros tipos de talento. Será que agora vai?

Em meio a este cenário pouco favorável, um novo formato que desembarcou por aqui recentemente tem chamado a atenção. The Voice Brasil estreou há dois meses, nas tardes de domingo da Globo, e tem feito um barulho interessante. The Voice chega quando a era das redes sociais está em franca ebulição, e se mostra com uma poderosa repercussão na internet. Quando está no ar, o reality toma conta das conversas virtuais, e não faltam fãs ardorosos ou críticos ferrenhos on line. Mas The Voice não é somente um campeão de repercussão: o programa aumentou de maneira bastante satisfatória os índices de audiência da Globo nas tardes de domingo, e vem sendo considerado um de seus acertos na programação de 2012.

The Voice tem suas diferenças e semelhanças com relação aos outros programas do gênero já exibidos no Brasil. Tem seus jurados, claro, mas aqui eles atuam também como técnicos. Sua primeira fase, com audições às cegas nas quais o jurado apenas ouve a voz do calouro, é um importante diferencial. Deste modo, The Voice Brasil mostrou-se, desde o início, como uma competição musical séria, sem espaço para bizarrices. A qualidade vocal dos participantes é evidente desde o começo. Depois, quando os jurados montaram seus times e começaram os duelos, já foi possível observar o aparecimento de torcidas. Há algo de diferente na repercussão do The Voice, comparados aos outros programas do gênero, sem dúvidas.

The Voice Brasil também foi feliz na formação de seu elenco. Thiago Leifert tem se mostrado um bom anfitrião, sabendo dosar bem os momentos de descontração com os momentos mais tensos; e Daniele Suzuki aparece como importante apoio. Os jurados e técnicos Carlinhos Brown, Lulu Santos, Claudia Leitte e Daniel também foram escolhas acertadas, já que suas diferenças conferem um molho interessante à competição. The Voice Brasil trouxe algo de diferente ao formato, não é mais do mesmo, o que em si já é uma grande novidade. E as tardes de domingo careciam mesmo de uma injeção de ânimo.

Assim, audiência e repercussão têm andado juntas e transformado The Voice Brasil num sucesso legítimo. Esta soma pode fazer com que, finalmente, um reality show musical realizado no Brasil consiga resultados concretos. Ao que tudo indica, tem tudo para conseguir. É esperar para ver.



Escrito por André San às 12h17
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Séries em Série: GNT terá novas produções nacionais

O sucesso que Sessão de Terapia tem alcançado animou a direção do canal GNT a continuar investindo em seriados nacionais. Segundo Keila Jimenez, em sua coluna Outro Canal, a emissora já tem outros projetos engatilhados na área para o ano que vem.

Uma das apostas de ficção nacional, que deve estrear ainda no primeiro semestre, é a série Canalhas, da Migdal Filmes. Baseada no livro Canalha, Substantivo Feminino, de Martha Mendonça, a produção mostra que nem só os homens sabem ser cafajestes. Ainda segundo Jimenez, o canal pretende investir em outras séries que agradem ao universo feminino. Projetos das produtoras O2 Filmes, Conspiração, Bossa Nova, Moonshot e Copacabana estão sendo analisados pela direção do GNT.

Keila informou também que, para as novas produções, o canal pretende contar com o dinheiro de incentivo fiscal. A emissora também está de olho na compra de séries internacionais, como Brothers & Sisters, aposta deste ano.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 12h16
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Aprenderam? Record planeja próximas novelas

Se a teledramaturgia da Record está mal das pernas, a grande responsável por isso é a própria direção da emissora, que, cometendo uma série de erros, acabou minando o setor. Agora, parece, o canal tomou consciência de que a falta de planejamento é uma de suas principais falhas. Nos últimos dias, não faltaram notícias sobre as próximas produções do gênero na emissora, com uma antecedência nunca vista antes.

Balacobaco mal estreou e sua substituta se encontra em pré-produção. Escrita por Carlos Lombardi e dirigida por Alexandre Avancini, a próxima trama a ocupar a faixa das 22 horas da Record está em fase de escalação de elenco e com previsão de estreia entre março e abril do ano que vem. Ou seja, Balacobaco não ficará mais de um ano no ar, como costumava acontecer com as novelas anteriores, o que é um claro sinal de evolução. Marcilio Moraes deve assinar a substituta da trama de Lombardi.

Desde que foi criada, a segunda faixa de novelas da emissora encontra séria dificuldade em manter uma linha de produção contínua. Bela, a Feia e Rebelde não tiveram substitutas. Agora, no entanto, a emissora já avisou que Fazenda de Verão, que estreou ocupando a faixa de Rebelde (mas já mudou de horário e agora vai ao ar às 23h), será substituída pela nova versão de Dona Xepa, que está sendo escrita por Gustavo Reiz. Dona Xepa terá menos de 100 capítulos e será protagonizada pela atriz Jussara Freire.

Até mesmo a substituta de Dona Xepa já está no gatilho. A “mininovela” deverá ser substituída por um novo folhetim de Christianne Fridman, que vem sendo chamado de Maré Alta. As minisséries da emissora também estão recebendo atenção especial. José do Egito já está sendo gravada e o próximo texto bíblico a ganhar adaptação já foi escolhido. Toda esta antecedência é bastante positiva para a dramaturgia da emissora. Planejamento é preciso, até para otimizar a produção e aproveitar melhor seus atores, autores e diretores. Na torcida para que todo este planejamento não seja apenas fogo de palha.

Como se vê, a Record já está engatilhando várias tramas para o próximo ano. No entanto, entre tantas novidades, não aparece nenhum folhetim da Televisa. Em sua coluna de hoje, 15, Flavio Ricco noticiou que Ecila Pedroso continua trabalhando na adaptação do texto de O Patinho Feio, porém, com Dona Xepa e Maré Alta na fila, parece que não haverá espaço para a trama mexicana, o que pode por em xeque a parceria entre Record e Televisa. Boatos dão conta de que as relações entre as duas emissoras azedaram devido ao cancelamento repentino de Rebelde. Será que a parceria está perto do fim?



Escrito por André San às 11h08
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Tele-Sessão: "Agamenon, o Repórter" estreia no Telecine

O longa As Aventuras de Agamenon, o Repórter, de Victor Lopes, estreia com exclusividade na Rede Telecine no dia 17 de novembro. Produzida por Flávio R. Tambellini, a comédia que levou quase um milhão de espectadores aos cinemas conta a trajetória do irreverente jornalista Agamenon Mendes Pedreira, personagem fictício criado pelos humoristas Marcelo Madureira e Hubert Aranha para assinar a coluna dominical de um jornal carioca.

Interpretado no filme pelo próprio Hubert e por Marcelo Adnet, que dividem o papel em duas fases, Agamenon vivencia eventos marcantes da história e fatos que ganharam destaque no mundo todo. O filme conta com a narração de Fernanda Montenegro, participação de Pedro Bial e com depoimentos especiais de fãs de Agamenon, como Fernando Henrique Cardoso, Jô Soares, Paulo Coelho e Caetano Veloso.

As Aventuras de Agamenon, o Repórter estreia neste sábado, 17, às 22 horas, no Telecine Premium e Telecine Premium HD; e domingo, 18, às 20 horas, no Telecine Pipoca e Telecine Pipoca HD.

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Escrito por André San às 11h05
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De olho em "O Fantástico Mundo de Gregório"

Gregório Duvivier é um nome que merece sua atenção. Bom ator e roteirista, com um tipo simplório que se encaixa em qualquer situação e que carrega uma graça natural, ele é um talento nato. Na TV, desde O Sistema, a maluca série de ficção científica criada por Alexandre Machado, Fernanda Young e Selton Mello, Gregório tem acumulado participações pequenas, porém marcantes. Mesmo que você não se lembre do nome dele, deve se lembrar deste rosto em programas como A Grande Família, As Brasileiras e Junto & Misturado.

Agora, Gregório é dono de seu próprio reality show. Ou quase. Em O Fantástico Mundo de Gregório, que estreou ontem, 12, no Multishow, o ator brinca com o que há de mais absurdo nos realities. Mesmo que a ideia não seja levantar nenhuma bandeira, na prática seu Fantástico Mundo soa como uma adequada crítica ao formato que tomou conta da televisão mundial, sobretudo na última década. Afinal, mostra, sem pudores, o quão ridículo pode se tornar qualquer situação prosaica quando transformada num espetáculo midiático.

Na série, Gregório vive a si mesmo e protagoniza um reality show sobre sua vida. Ao seu lado a namorada, a também atriz Clarice Falcão, que deixa claro que odeia a realidade, odeia show e, portanto, odeia reality show. Em depoimentos, ela afirma que não irá mais dar depoimentos. Enquanto isso, Gregório explica, também em depoimento, que a realidade de seu show fica comprometida quando as câmeras estão ligadas, já que ele se comporta diferente quando elas estão desligadas. Ao longo do primeiro episódio, pudemos acompanhar ainda Gregório nervoso prestes a ter uma reunião com o diretor “do canal” para apresentar seu projeto de reality show; pudemos conhecer seu agente e único amigo Silvio, um produtor derrotado; e ainda acompanhamos Gregório numa night, completamente perdido e sozinho, buscando parecer descolado.

Numa das sequências mais engraçadas da estreia, Gregório disputa papel num comercial numa seleção onde só foram convidados atores anões. Aliás, piadas sobre sua estatura e seu tipo físico tomam conta da atração, e Gregório as defende com total dignidade. Ri de si mesmo o tempo todo, aparece desconsertado diante de seu cotidiano que beira o ridículo, sempre com aquela cara que desperta “vergonha alheia”. Gregório imprime uma naturalidade tão grande (aliás, não só ele, como Clarice Falcão), que a mais absurda situação acaba soando mesmo como um fragmento de realidade. Uma realidade ridícula, mas crível.

O Fantástico Mundo de Gregório não tem nada de fantástico. A série transforma em show uma vida sem graça, sem emoção e desinteressante. Ou seja, nada muito diferente do que os realities “de verdade” proporcionam. E é exatamente aí que está a graça da atração. Gregório Duvivier é um achado e merece vida longa na TV. Confira você mesmo às segundas, 22h30, no Multishow, O Fantástico Mundo de Gregório.



Escrito por André San às 11h31
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Séries em Série: "Chicago Fire" estreia hoje, 13

O Universal Channel hoje, 13, às 22h, a série Chicago Fire. Do criador Dick Wolf, de Law & Order: SVU, a produção traz os protagonistas Jesse Spencer (House), Eamonn Walker (Lágrimas do Sol) e Taylor Kinney (The Vampire Diaries). A série mostra a rotina dos oficiais e paramédicos do Departamento de Bombeiros de Chicago e da Brigada 51, que passam por situações tensas e delicadas, arriscando suas próprias vidas para salvar pessoas em perigo. Chicago Fire também apresenta os conflitos pessoais e os desafios que surgem por conta das diferenças entre os companheiros de equipe.

Para os bombeiros, equipes de resgate e paramédicos da Brigada 51 do Departamento de Chicago, nenhum trabalho é mais estressante e perigoso, nem tão gratificante e emocionante. Estes corajosos homens e mulheres estão entre que colocam a própria vida em perigo para salvar outras vidas. A pressão para tomar decisões corretas às vezes coloca a equipe dos bombeiros e a de resgate uma conta à outra. Apesar das diferenças, os profissionais formam uma família e sabem que precisam cuidar um do outro.

O tenente Matthew Casey (Jesse Spencer), encarregado do caminhão de bombeiros, e o tenente Kelly Severide (Taylor Kinney), do pelotão de resgate, se culpam pela perda de um membro da equipe. No meio da tormenta, Casey, sem contar a seus colegas, está se separando de Hallie (Teri Reeves).

Na Brigada 51, estão também o chefe de batalhão Wallace Boden (Eamonn Walker), um bombeiro que é confrontado por decisões pessoais importantes; as paramédicas Gabriela Dawson (Monica Raymund) e Leslie Shay (Lauren German), que compartilham um vínculo estreito para enfrentar algumas das situações mais angustiantes que se possa imaginar; Peter Mills (Charlie Barnett), pós-graduado na academia e Christopher Herrmann (David Eigenberg), um veterano que perde sua casa por questões jurídicas e tem de levar sua família para morar com seus sogros.

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Escrito por André San às 11h30
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"Se Liga Brasil": RedeTV muda, muda e não sai do lugar

Em novembro de 1999, no dia da estreia de sua primeira (e melhor!) grade de programação, a RedeTV lançou A Casa É Sua, atração matinal comandada pela jornalista Valéria Monteiro. A revista abordava assuntos como beleza, saúde, qualidade de vida, culinária, além de apresentar entrevistas especiais. Dias depois, a emissora cancelou sua grade matinal para alugá-la a programas de televendas e realocou A Casa É Sua para as tardes. Mas o programa foi sua primeira atração matinal.

Em 2002, a RedeTV resolveu voltar a apostar na grade matinal e lançou Bom Dia Mulher, atração voltada ao público feminino e comandada por um trio dos mais inusitados: Solange Couto, Ney Gonçalves Dias e Solange Frazão. Na pauta, a ideia de resgatar o clássico TV Mulher, contando com um time de especialistas nos mais variados assuntos. Bom Dia Mulher incluía em seu cardápio comentários sobre as notícias do dia, qualidade de vida, moda, beleza, saúde, culinária, prestação de serviço etc. Solange Couto saiu do programa pouco tempo depois da estreia, sendo substituída por Amanda Françozo. Mais tarde, Amanda e Solange Frazão foram trocadas por Olga Bongiovanni. Ney Gonçalves Dias deixou o matinal pra assumir o policial Repórter Cidadão e Olga ficou sozinha.

Com Olga Bongiovanni, Bom Dia Mulher ficou por vários anos no ar, sempre apostando em quadros típicos de atrações femininas, mescladas com certa dose de assistencialismo e fofocas de artistas e notícias das novelas da Globo. Quando Olga não renovou seu contrato com a emissora, a direção da RedeTV preferiu lançar um novo programa, ao invés de apenas substituir Olga e, algum tempo depois, entrava no ar o Manhã Maior. Novo trio inusitado surgiu: Daniela Albuquerque, Keila Lima e Arthur Veríssimo. Mudou cenário, mudaram apresentadores, mas a pauta não fugiu muito do que sempre foi: entrevistas, fofocas, saúde, beleza, prestação de serviço, culinária...

Pouco tempo depois, Arthur Veríssimo deixou o Manhã Maior, que seguiu fazendo água com a dupla Daniela/Keila até que, no ano passado, a RedeTV contratou Regina Volpato e resolveu substituir Keila Lima. A despedida elegante e cheia de alfinetadas de Keila Lima virou um clássico, bem como as derrapadas constantes de Daniela Albuquerque, e Regina entrou na atração para tentar fazer do Manhã Maior um programa melhor. A simpatia e a experiência de Regina Volpato realmente fizeram a diferença no matinal, mas a atração não fugiu dos velhos quadros de moda, beleza, saúde, fofoca, culinária...

Sem decolar, Manhã Maior foi novamente substituído. No ar há duas semanas, Se Liga Brasil entrou no ar com a promessa de ser um programa matinal diferente de todos os outros. Regina Volpato permaneceu, e ganhou a companhia do jornalista Douglas Camargo e da culinarista Heaven Delhaye. A ideia era fazer algo parecido com os programas matinais norte-americanos: mesclar as principais informações do dia com quadros mais descontraídos. O formato é muito comum nos Estados Unidos, em atrações como Good Morning America (que inspirou a primeira fase do Fala Brasil, da Record) e o Good Day LA (que inspirou a primeira fase do Tudo a Ver, inclusive cenário e logotipo).

Tudo a Ver, na fase de Paulo Henrique Amorim e Patricia Maldonado, foi um dos melhores programas já produzidos pela Record e, até hoje, não falta quem defenda o seu retorno. Portanto, um formato parecido nas manhãs seria realmente uma opção interessante. E Se Liga Brasil estreou com essa promessa. E contando, em seu elenco, com Regina Volpato, uma das mais queridas apresentadoras do país, a ideia tinha tudo para dar certo. Porém, até aqui, a coisa não funcionou na prática. Há pouca harmonia entre a parte jornalística e a parte de entretenimento do matinal. Ficou parecendo um programa “dois em um”, como uma espécie de telejornal “costurado” pelos velhos quadros de sempre (qualidade de vida, prestação de serviço, fofoca, culinária...). Um dos trunfos do Tudo a Ver era justamente saber equilibrar todos estes elementos, deixando tudo uniforme. Fazia sentido. Além disso, o excesso de merchandising compromete qualquer credibilidade que o programa poderia ter.

Assim, Se Liga Brasil nada mais é que uma versão requentada do Manhã Maior, com algumas notícias no meio. Sendo que o Manhã Maior já era uma versão requentada do Bom Dia Mulher que, por sua vez, era uma versão requentada do primeiro A Casa É Sua. Ou seja, passaram-se os anos, mudaram-se os programas e apresentadores, mas, na prática, a coisa não saiu do lugar. Uma pena, ainda mais se considerarmos que a RedeTV tem uma profissional do calibre de Regina Volpato em seu cast, mas não sabe utilizá-la adequadamente.



Escrito por André San às 11h59
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